Na infância, Matheus transformava brincadeiras com bonecos de Power Rangers e soldados de brinquedo em histórias próprias. Inspirado por filmes, séries e desenhos que assistia na TV, ele começou a conectar essas ideias em uma narrativa principal.
Seu primeiro personagem foi um boneco com armadura branca e detalhes azuis, que ele nomeou Mestre Branco, a primeira figura oficialmente criada dentro desse universo. Logo depois surgiram outros personagens importantes, entre eles o protagonista Scot Neves e seu futuro aliado Henque Telles, que estão entre as criações mais antigas da série.
Nas versões iniciais da história, Scot e Henque eram mais velhos e não eram amigos, mas inimigos mortais. Com o passar dos anos, conforme novos bonecos eram incorporados às brincadeiras, o universo se expandiu: personagens foram adicionados, relações mudaram e a narrativa evoluiu até se aproximar da forma que daria origem à Liga Palmer.
À medida que crescia, Matheus deixou os brinquedos de lado, mas manteve viva a vontade de contar histórias. Ele passou a escrever no computador, organizando ideias e estruturando a narrativa que, em 2021, resultou na publicação do livro Liga Palwer pela Editora Becalete, de São Paulo.
Durante o processo de produção, a editora recomendou um ilustrador para a criação das artes do livro. Foi assim que Matheus conheceu Aari Mendonça, que apresentou seus traços por meio de um rascunho mostrando Scot e Fehares em combate. Ver seus personagens ganhando forma visual pela primeira vez foi um momento marcante, que o levou a contratar Aari e sua equipe para produzir oito ilustrações para a obra.
Após a publicação do livro, Matheus decidiu expandir a série para um novo formato. Ele retomou o contato com Aari e juntos produziram um capítulo experimental em quadrinhos, com cerca de 20 páginas e traços inspirados no mangá, dando continuidade à história.
Com a experiência adquirida, Matheus reavaliou a narrativa original e decidiu reconstruir o projeto desde o início. Assim, ele e Aari optaram por reiniciar a história no formato de HQ, criando os Capítulos 1 e 2, cada um com aproximadamente 30 páginas.








Inicialmente, a série era intitulada Liga Palwer. Posteriormente, Matheus optou por adotar o nome Liga Palmer, termo que se refere aos guerreiros conectados à Energia Negativa. A mudança também foi incentivada por sugestões recebidas ao longo do desenvolvimento do projeto, levando à decisão oficial de renomear a série em 2024.
Objetivo
Para Matheus, a Liga Palmer começou como um hobby criativo um espaço para escrever, experimentar ideias e se divertir com os acontecimentos e diálogos de seus personagens. Com o tempo, esse hobby se transformou em um projeto autoral de longo prazo. Seu principal objetivo é expandir a Liga Palmer para além dos quadrinhos, transformando-a futuramente em uma série animada ou em uma produção live-action.
Convidamos você a conhecer esse universo e acompanhar a evolução do projeto por meio das nossas redes sociais, onde compartilhamos ilustrações, novidades e conteúdos relacionados à série.
Atualmente, a Liga Palmer conta com três capítulos em versão quadrinho, com traços inspirados no estilo mangá, criados por Matheus Gomides e Aari Mendonça. Os capítulos 1 e 2 estão disponíveis gratuitamente, cada um com cerca de 30 páginas de conteúdo original.
O capítulo 3 possui uma prévia gratuita para leitura, enquanto a versão completa será comercializada separadamente. Os três capítulos foram produzidos de forma independente e financiados pelo criador da série.